segunda-feira, 28 de setembro de 2009

PSICO.Desporto com novas formas...

Caros acompanhantes deste blog,


O PSICO.Desporto vai ter uma nova vida.

Novos temas, novos posts, novo visual...
 
Se tiver algo para apresentar, sugira. Qualquer sugestão será analisada!
 
psico.desporto@gmail.com
 
Cumprimentos,

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Jogadores emprestados...

Assisti com alguma atenção a esta jornada (5ª) dos campeonatos profissionais de futebol do nosso país. Neste sentido dei por uma situação curiosa: 5 das 32 equipas ganharam e apenas uma perdeu os seus jogos com golos de jogadores que são ou passaram recentemente pelo FC Porto:
- Liga Vitalis: Josué (Covilhã, 3 pontos) e Rui Pedro (Gil Vicente, 3 pontos);
- Liga Sagres: Alan (SC Braga, 3 pontos), Kazmierczak (Setúbal, 3 pontos), Edgar (Nacional, 2 golos, 3 pontos), Raviola e Castro (Olhanense, 0 pontos).
Atrevo-me a dizer que é um luxo de uma equipa, salvo uma ou outra excepção (esta salgalhada de jogadores)... para confirmar no futuro!
É este o passo certo a dar com os jovens? Ou fazem parte do plantel da equipa principal e raramente jogam?
Cumprimentos,

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

"Da formação à alta competição - a influência de factores mentais no rendimento dos jogadores e da equipa"

Divulgação de evento:
Curso de Psicologia do Desporto: "Da formação à alta competição - a influência de factores mentais no rendimento dos jogadores e da equipa", nos próximos dias 12 e 19 de Outubro de 2009, das 21:00 às 23:00 com o Psicologo Dany Amorim.

Com os melhores cumprimentos,

A coordenadora clínica,

Ana Rita Mota
___________________________
Psicofeira
Av. 5 Outubro, Loja 16-C
4520-162 Santa Maria da Feira
256 098 457 - 91 986 58 59
psicofeira@mail.com
www.psicofeira.pt.vu

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Apatia vs. Vontade

Esta madrugada (hora portuguesa) terminou a Final Masculina do US Open - o Super Federer contra o novo Del Potro.
A história de jogo foi, a meu ver, um pouco aquilo que me ia passando pela cabeça... "Federer acabará por dar a volta". Set após set o pensamento permanecia intacto. Depois do 2º Tie-break comecei a olhar com mais atenção e pensei "não está fácil, facilitaste..."
Pelo meio de uma enorme classe desconcentrada rasgou um enorme vontade (quase animal) de alguém que, depois de se ter sentido subjogado no primeiro set, acabou por reduzir o adversário à priori mais poderoso ao mais pálido derrotado-conformado.
Acho que o que ia passando pela cabeça do Suiço era este meu pensamento... "o miudo vai acabar por vacilar...". O público argentino acabou por ser um musculo extra, sem dúvida. Mas quem perdeu o jogo um campeão que se deixou derrotar pela apatia - optou por esperar pelo erro do outro.
O meu conhecimento em tenis é quase nulo. Mas o comportamento humano é igual em qualquer desporto. O não-verbal do Federer fazia antever o final, quando ainda faltava hora e meia de jogo! O comportamento com o árbitro e com o público foi o desmoronar da concentração imperial nestes eventos. Páginas tantas não havia força mental para dar a volta.

Parabéns ao enorme Del Potro ávido de vitórias e de sucessos! Acho que foi uma enorme prova de que não foi pela classe técnica ou pela força de braços que o jogo se decidiu! Ganhou pela força mental que fez Federer perder.

Parabéns equipa técnica Argentina!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Frase do dia

Esta frase foi dita por uma pessoa que trabalha comigo, numa daquelas reuniões...

"Quem só de futebol sabe pouco sabe de futebol"

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Joaquim Gomes retém "memórias fantásticas" de uma "vitória inesquecível" 20 anos depois!

Hoje li um artigo curioso no Jornal "O Jogo":
Joaquim Gomes retém "memórias fantásticas" de uma "vitória inesquecível" 20 anos depois. Agora no papel de director, Joaquim Gomes, comemora quarta-feira 20 anos do seu primeiro e "inesquecível" triunfo na Volta a Portugal em bicicleta, cujas emoções continuam a ser "inexplicáveis".

"No momento em que sentimos que ganhámos, naquele instante, naqueles escassos instantes em que sentimos que chegámos à vitória, é algo que não vos posso explicar. Foram poucos os eleitos que puderam passar por estes momentos", disse à Agência Lusa o antigo corredor, que depois da vitória em 1989, ao serviço da Sicasal-Torreense, repetiu o feito em 1993, pela Recer-Boavista.

Segundo o próprio, o "grande apoio psicológico" prestado pelos directores desportivos, mecânicos e massagistas, "muitas vezes sem qualquer formação ao nível da psicologia", foi a chave para o sucesso.

"Ainda que eu sentisse que era o mais forte, estava a ser difícil para mim acreditar. A poucas horas da decisão final no contra-relógio, a ligar a cidade de Matosinhos ao Porto, havia alguma duvida se poderia vencer ou não. E é muitas vezes essa dúvida, esse receio, que conduz a derrotas fulminantes. Felizmente, ultrapassei isso, mas foram horas muito difíceis para mim", explicou antigo corredor lisboeta, recordando, 20 anos depois, o dia 12 de Agosto de 1989, que o "corou" pela primeira vez "rei" da "Portuguesa".

Reconhecendo-o como o "melhor momento" da sua carreira, o actual director da Volta a Portugal recorda as "memórias fantásticas", mas assume a dificuldade em expressar as sensações vividas: "Há um manancial de emoções que se vivem que não são passíveis de ser traduzidas em palavras".

"O ciclismo é uma modalidade demasiado exigente, muitas vezes não é uma modalidade desportiva, é uma prova de sobrevivência. Correr uma Volta com 21 dias, muitas vezes com mais de 40 graus de temperatura, em que tínhamos, pelo menos, três ou quatro chegadas em montanha e um percurso muito adverso, chegar à finalmente a uma vitória, em que, se calhar, já não se estava a acreditar, é completamente inexplicável", referiu.

Na altura, apesar do favoritismo, Joaquim Gomes receava ser novamente traído pela sorte.
"Quando um miúdo de 23 anos, que, tendo mostrado categoria para ganhar a Volta mais cedo e, a partir de determinada altura, acredita que havia de acontecer sempre qualquer coisa, como as famosas quedas na Serra da Estrela, que o impediam de ganhar a Volta, finalmente consegue atingir esse objectivo, é algo que se torna inesquecível e que vai alimentar a nossa imaginação para o resto da vida", acrescentou Joaquim Gomes, relembrando a "discussão ao segundo" com o brasileiro Cássio Freitas, que arrastou "milhares e milhares de pessoas para as estradas".

Contrasta com esta recordação a desistência na Volta a Portugal de 1995, que o antigo corredor elege como "o pior momento" da carreira, quando "era claramente o homem mais forte em prova".

"Mas, por via de um estúpido acidente durante a prova, acabei por escancarar as portas da vitória ao Orlando Rodrigues, que na altura representava a equipa espanhola da Artiach e acabou por se revelar um justíssimo vencedor", sublinhou o antigo corredor, reconhecendo ter marcado "várias gerações de corredores", durante as 18 Voltas a Portugal em que alinhou em 17 anos como profissional.

Terminada a carreira, Joaquim Gomes assumiu o desafio de dirigir a maior prova do calendário velocipédico nacional, realçando a sua própria evolução no desempenho da tarefa.
"Essa já é uma experiência de sete anos em que, incrivelmente, estou a passar por todos os sentimentos que passei, que é a altura em que sabemos que somos bons, mas psicologicamente ainda não temos bagagem, ainda que o possamos disfarçar muito bem, para enfrentar em pleno os grandes eventos. Como responsável da Volta a Portugal, passei um pouco por isso e penso que estou a entrar na fase de enfrentar os problemas com alguma frieza, que talvez não tivesse nos primeiros anos. Felizmente, as circunstâncias não me foram adversas e posso concluir que estou mais bem preparado do que nunca", frisou.

Cobiçando a "popularidade" de "outrora", o director da Volta a Portugal reconhece o "esforço enorme" nesse sentido, mas exorta à ambição.
"Há um esforço enorme para que a popularidade de outrora seja recuperada. Penso que isso está a ser conseguido, fruto, principalmente, da luta contra o doping. Mas há uma consciência global de que é preciso traçar estratégias e ser um pouco visionário. Não podemos continuar a viver à sombra dos mais de 100 anos de história que tem o ciclismo, de grandes eventos como o Tour, como a Vuelta, o Giro e a própria Volta a Portugal", concluiu.

In "O Jogo", 12.08.2009
Bem hajam e, ou boas férias ou bom trabalho!